O Presidente da Famem apoia a decisão de Prefeitos e prefeitas em cancelarem festas de Réveillon e Carnaval no Maranhão

Prefeitos e prefeitas do Maranhão estão cancelando as festas públicas de réveillon e também a realização do carnaval.

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), foi um dos primeiros a se decidir pelo cancelamento da programação, considerando os casos confirmados da nova variante do coronavírus no Brasil.

Há temores quanto à propagação da variante Ômicron, surgida na África do Sul e com dois casos já confirmados no Brasil.

A autonomia dos prefeitos decidirem sobre a realização ou não das festas de final de ano consta no bojo do decreto do Governo do Estado editado no início de novembro.

Segundo enunciado pelo governador Flávio Dino (PSB) o uso de máscaras em espaços públicos abertos e sem aglomeração passou a ser opcional e não mais obrigatório.
O governador também cancelou toda a programação do réveillon patrocinado pelo Estado em São Luís e outras cidades como Imperatriz.

No mesmo decreto, o governador tornava facultativo o uso opcional de máscara em ambientes fechados em cidades com 70% da população vacinada com duas doses ou dose única contra a Covid-19.

Secretários estaduais de Saúde são unânimes na reprovação à realização de eventos com aglomeração, ressaltando o Carnaval em 2022. Para o presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula “ainda que o cenário da pandemia da covid-19 esteja melhor que o de meses anteriores, há o temor de que as aglomerações gerem uma nova onda de contaminações”.

Na segunda-feira, 29, o prefeito Assis Ramos assinou decreto ( nº 116/2021), tratando sobre a regulamentação do uso de máscaras faciais de proteção em locais públicos e em locais de uso coletivos.

“Por motivo de prevenção contra o coronavírus, e para a segurança, diante da chegada de uma nova variante e do aumento de casos em outro países estou tomando a decisão de cancelar a realização do Réveillon e Carnaval 2022”, se manifestou o prefeito Assis nesta quinta-feira, 2 de dezembro.

Seguindo as recomendações das autoridades sanitárias em todo país, o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio; e outros prefeitos de municípios da Baixada Maranhense onde o carnaval tem grande expressão, resolveram suspender as festas de final de ano. A medida antecede uma decisão semelhante em relação à realização da festa de Momo.

“Pessoal, decidimos pela não realização do Réveillon em Pinheiro. Com nossas ações conseguimos avançar no controle do coronavírus, porém o momento ainda pede prudência e prevenção. Sobretudo, ao considerar a manifestação da nova variante em outros países, que merece atenção. Vamos seguir reforçando nossos cuidados e resguardando vidas. Contamos com a compreensão de todos”, afirmou o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, em redes sociais.

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, destaca a decisão responsável dos gestores e gestoras municipais em cancelar festividades que possam facilitar a expansão de uma nova onda de infecção pelo novo
coronavírus. “O momento é de cautela”, frisou o presidente da Famem.

Prefeitos e prefeitas do Maranhão estão cancelando as festas públicas de réveillon e também a realização do carnaval.

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos), foi um dos primeiros a se decidir pelo cancelamento da programação, considerando os casos confirmados da nova variante do coronavírus no Brasil.

Há temores quanto à propagação da variante Ômicron, surgida na África do Sul e com dois casos já confirmados no Brasil.

A autonomia dos prefeitos decidirem sobre a realização ou não das festas de final de ano consta no bojo do decreto do Governo do Estado editado no início de novembro.

Segundo enunciado pelo governador Flávio Dino (PSB) o uso de máscaras em espaços públicos abertos e sem aglomeração passou a ser opcional e não mais obrigatório.
O governador também cancelou toda a programação do réveillon patrocinado pelo Estado em São Luís e outras cidades como Imperatriz.

No mesmo decreto, o governador tornava facultativo o uso opcional de máscara em ambientes fechados em cidades com 70% da população vacinada com duas doses ou dose única contra a Covid-19.

Secretários estaduais de Saúde são unânimes na reprovação à realização de eventos com aglomeração, ressaltando o Carnaval em 2022. Para o presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde) e secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula “ainda que o cenário da pandemia da covid-19 esteja melhor que o de meses anteriores, há o temor de que as aglomerações gerem uma nova onda de contaminações”.

Na segunda-feira, 29, o prefeito Assis Ramos assinou decreto ( nº 116/2021), tratando sobre a regulamentação do uso de máscaras faciais de proteção em locais públicos e em locais de uso coletivos.

“Por motivo de prevenção contra o coronavírus, e para a segurança, diante da chegada de uma nova variante e do aumento de casos em outro países estou tomando a decisão de cancelar a realização do Réveillon e Carnaval 2022”, se manifestou o prefeito Assis nesta quinta-feira, 2 de dezembro.

Seguindo as recomendações das autoridades sanitárias em todo país, o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio; e outros prefeitos de municípios da Baixada Maranhense onde o carnaval tem grande expressão, resolveram suspender as festas de final de ano. A medida antecede uma decisão semelhante em relação à realização da festa de Momo.

“Pessoal, decidimos pela não realização do Réveillon em Pinheiro. Com nossas ações conseguimos avançar no controle do coronavírus, porém o momento ainda pede prudência e prevenção. Sobretudo, ao considerar a manifestação da nova variante em outros países, que merece atenção. Vamos seguir reforçando nossos cuidados e resguardando vidas. Contamos com a compreensão de todos”, afirmou o prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, em redes sociais.

O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, prefeito de Igarapé Grande, Erlânio Xavier, destaca a decisão responsável dos gestores e gestoras municipais em cancelar festividades que possam facilitar a expansão de uma nova onda de infecção pelo novo
coronavírus. “O momento é de cautela”, frisou o presidente da Famem.

Hits: 5

VALMIR ARAÚJO