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Descartado caso suspeito de varíola dos macacos em Balsas


O caso suspeito de varíola dos macacos sob investigação da Secretaria Municipal de Balsas foi oficialmente descartado. O comunicado foi feito pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) do Maranhão, após resultado de exames.

O paciente suspeito está em isolamento desde a última sexta-feira (17), quando procurou ajuda medica apresentando sintomas da doença. De acordo com a SES, após a bateria de exames, o caso foi descartado por não se enquadrar nos critérios epidemiológicos.

Até o momento nenhum caso de varíola dos macacos foi confirmado no Maranhão.

Giltarlã Araújo, Secretário Executivo de Saúde do Estado, reforça a prevenção contra a doença com a atualização das vacinas disponíveis.

“A comunidade tem que está se prevenindo, a gente aconselha que tomem todas as vacinas já existente para as outras doenças, pois quando há um consorciamento de doenças isso agrava a situação do paciente, além da vacina ser a melhor medida protetiva”.

Casos descartados
O Maranhão já notificou e descartou dois casos suspeitos da varíola dos macacos. Os dois casos foram notificados em São Luís. Na última sexta-feira (17), a Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou em nota, que um caso foi descartado após o Ministério da Saúde após resultado negativo do exame laboratorial encaminhado para análise.

O caso suspeito, descartado pelos órgãos de saúde, seria de um homem de 30 anos, sem histórico de viagens, que apresentou sintomas correspondentes à doença. O paciente segue em isolamento domiciliar aguardando diagnóstico para o quadro infeccioso.

Sintomas e transmissão
Os sintomas iniciais da varíola dos macacos costumam ser febre, dor de cabeça, dores musculares, dor nas costas, gânglios (linfonodos) inchados, calafrios e exaustão.

Veja formas de transmissão
“Depois do período de incubação [tempo entre a infecção e o início dos sintomas], o indivíduo começa com uma manifestação inespecífica, com sintomas que observamos em outras viroses: febre, mal-estar, cansaço, perda de apetite, prostração”, explica Giliane Trindade, virologista e pesquisadora do Departamento de Microbiologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais) após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

DIÁRIO DE BALSAS

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VALMIR ARAÚJO