Yglésio Moyses protesta contra arbitragem do jogo da final do Maranhense de 2023

Yglésio Moyses protesta contra arbitragem do jogo da final do Maranhense de 2023

O deputado Yglésio Moyses (PSB) protestou, na sessão desta terça-feira (28), contra a arbitragem do jogo da final do campeonato maranhense de futebol, ocorrido no último domingo (26), entre Moto Club e Maranhão Atlético Clube, no qual o MAC sagrou-se campeão estadual de 2023. “O título foi roubado do Moto”, afirmou.

O deputado exibiu imagens dos minutos finais do jogo nas quais, segundo ele, se comprova que o árbitro da partida, Maicon Matos Nunes, teria descumprido claramente o regulamento ao não encerrar o jogo após a comemoração do gol do Moto, assinalado no último minuto dos acréscimos.

“O árbitro da partida é filho do presidente da Comissão de Arbitragem da Federação Maranhense de Futebol (FMF), Marcelo Filho, e ambos são bolivianos. Os bolivianos não suportariam o Moto ser campeão no ano em que o Sampaio completa 100 anos e foi retirado da final pelo Moto. Essa é a verdade!”, argumentou o parlamentar.

CBF

Yglésio Moyses, que é presidente do Moto, disse que vai levar o caso à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e negou que tenha ofendido o árbitro após a partida. “Não o ofendi e ele vai ter que provar que eu tenha feito isso, já que registrou na Súmula da partida. Enquanto eu for presidente do Moto, esse senhor não apita mais jogo do Moto. Nos três jogos que ele apitou, em todos o Moto perdeu”, protestou.

O parlamentar criticou, também, atitudes do presidente do Sampaio, o ex-deputado Sérgio Frota, por postagens feitas nas redes sociais, as quais considerou desrespeitosas para com o Moto e com a sua pessoa enquanto presidente do Moto. “Vou tomar todas as medidas jurídicas cabíveis contra essas atitudes desrespeitosas”, revelou.

Denúncias

Em seu pronunciamento, o deputado denunciou também algumas questões referentes à Administração Pública Municipal e Estadual como, por exemplo, a ação de atravessadores na Central de Marcação de Consultas da Prefeitura de São Luís; o problema da precária iluminação pública na Rampa Campos Melo e a situação dos anestesistas do Hospital Universitário, cujo pagamento de salário se encontra em atraso.

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