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Material explosivo encontrado na Granja Lisboa em Fortaleza

Operação realizada pela Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) revelou que os aproximadamente 700 kg de explosivos que foram encontrados na manhã desta quarta-feira, 16, em um apartamento abandonado no bairro Granja Lisboa, faz parte de carga que foi roubada em dezembro. Os primeiros levantamentos realizados durante a diligência feita pela Polícia, constatou que o material estava armazenado em caixas de papelão com capacidade de 25 kg. Os explosivos fazem parte da mesma carga que foi apreendida no último sábado, 12, em uma casa no bairro Jangurussu. A Polícia acredita que o material provavelmente seria utilizado em novos atentados criminosos na Capital e Região Metropolitana de Fortaleza (RMF). 

(Foto: Gustavo Simão/Especial para O POVO)

 A ação contou com o apoio das equipes especializadas da Draco, Célula de Inteligência Cibernética do Departamento de Inteligência Policial (DIP) e do Exército Brasileiro, que ficará responsável por resguardar o material recuperado. 

A Operação contou com o apoio do Exército Brasileiro, que fará a escolta da carga. (Foto: Gustavo Simão/Especial para O POVO)

  De acordo com o secretário da Segurança, André Costa, a ação da Polícia tem mostrado eficácia no combate às facções e aos ataques que estão acontecendo desde o início deste ano. “Retiramos várias equipes especializadas da Polícia para controlar os ataques, e todo o trabalho de inteligência resultou na recuperação da carga roubada em dezembro”, explica. 

No local também foram apreendidas pessoas que possuem ligação com facções criminosas e que estariam nas proximidades para realizar novos ataques. O número de presos não foi divulgado para garantir a segurança da operação. O secretário esclareceu que todos serão interrogados e que alguns possivelmente permanecerão presos.  Participaram  da Operação, policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), Departamento de Inteligência Policial (DIP), Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e Unidade Tático Operacional (UTO). 

O Povo

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VALMIR ARAÚJO