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(BOLSONARO, ISSO É UMA VERGONHA) A reitora da Universidade Federal do Maranhão, Nair Portela, anunciou  que a instituição corre o risco de paralisar as atividades em agosto, caso o contingenciamento de recursos se mantenha.

(BOLSONARO, ISSO É UMA VERGONHA) A reitora da Universidade Federal do Maranhão, Nair Portela, anunciou que a instituição corre o risco de paralisar as atividades em agosto, caso o contingenciamento de recursos se mantenha.

A reitora da Universidade Federal do Maranhão, Nair Portela, anunciou nesta quinta-feira (16) que a instituição corre o risco de paralisar as atividades em agosto, caso o contingenciamento de recursos se mantenha.

“Já afirmei que pode paralisar se esse corte acontecer. Porque a energia da universidade eu não tenho recurso para pagar. Então esse é o ponto básico. Partindo dessa premissa de que você não tem o recurso para as ações essenciais da universidade, água, luz, telefone, vigilância… há uma possibilidade de que a universidade não funcione. Agora eu não acredito que isso vai acontecer no Brasil. São todas as universidades que estão nessa mesma situação. Eu penso que o governo vai repensar essa medida”, declarou a reitora Nair Portela.

Para o ano de 2019, o governo federal garantiu um orçamento de R$ 777 milhões para a UFMA, sendo que 82% do dinheiro é destinado para o pagamento de funcionários, aposentados e pensionistas. Essa parte do dinheiro não foi bloqueada.

No entanto, a verba destinada para obras, compra de equipamentos e despesas de manutenção de todos os campi no Maranhão teve corte em 30%, o equivalente a quase R$ 27 milhões.

Além do corte de verba anunciado pelo Ministério da Educação, a UFMA também enfrenta a falta de dinheiro para concluir várias obras, como o prédio da Biblioteca Central, dentro da Cidade Universitária, em São Luís. Para isso, a reitora disse ainda acreditar que terá um orçamento para recompor parte de obras inacabadas.

“Para finalizar as obras são necessários R$ 60 milhões e a gente recebe três milhões e meio”, disse Nair Portela.

Extraído do G1 MA.

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