OPERAÇÃO RESINA OCULTA: POLÍCIA CIVIL MIRA GRUPO CRIMINOSO QUE ADMINISTRAVA ESQUEMA DE TRÁFICO DE DROGAS NO DF
A Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), em apoio operacional à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), deflagrou, na manhã desta quinta-feira (19), a “Operação Resina Oculta”, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido em um sofisticado esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro com atuação no Distrito Federal e região do entorno.
Durante a ação, foram cumpridos um mandado de prisão temporária e três mandados de busca e apreensão em endereços localizados em São Luís e no município de São José de Ribamar. Os alvos são investigados por integrarem uma organização criminosa que abastecia traficantes e movimentava cifras milionárias por meio de empresas de fachada e plataformas digitais.
De acordo com as investigações conduzidas pela Coordenação de Repressão às Drogas (CORD/PCDF), o grupo utilizava empresas fictícias para ocultar e lavar o dinheiro proveniente do tráfico de drogas. Ainda segundo a apuração, apenas uma dessas empresas chegou a movimentar cerca de R$ 30 milhões no período de 45 dias.
Na capital maranhense, foram identificadas 22 empresas ligadas ao esquema criminoso. As ordens judiciais foram cumpridas em escritórios situados em área nobre de São Luís, além de uma residência no bairro do Araçagi, em São José de Ribamar. Neste último local, o alvo do mandado de prisão temporária também foi autuado em flagrante pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, ação que contou com o apoio da Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), os policiais apreenderam uma pistola Taurus, modelo G2C, calibre .40, acompanhada de cinco munições do mesmo calibre, além de 11 munições calibre 9 mm. Também foram apreendidos três notebooks, um tablet, três aparelhos celulares e pen drives.
Ao todo, a “Operação Resina Oculta” resultou no cumprimento de 41 mandados de busca e apreensão e nove mandados de prisão no Distrito Federal, Maranhão, Goiás e Amazonas.
O preso, bem como todo o material apreendido, foi encaminhado à sede da SENARC, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.


















