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OPERAÇÃO ASTREIA PRENDE 10 INVESTIGADOS E DESARTICULA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA LIGADA AO TRÁFICO DE DROGAS EM SÃO LUÍS

Operação Astreia prende 10 investigados e desarticula organização criminosa ligada ao tráfico de drogasUma operação integrada das Polícias Civil e Militar do Maranhão, em conjunto com setores de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) desarticulou, nesta quarta-feira (3), uma organização criminosa investigada por envolvimento com o tráfico de drogas na Região Metropolitana de São Luís.

Coordenada pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), a Operação Astreia resultou na prisão de 10 investigados e no cumprimento de medidas judiciais contra integrantes do grupo criminoso. Outros dois alvos não foram localizados e seguem sendo procurados.

Durante a ação, foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, uma prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão, medidas cautelares de suspensão do porte de arma de fogo e o bloqueio judicial de aproximadamente R$240 mil em contas bancárias de 14 investigados.

Entre os presos estão seis policiais militares, um policial civil aposentado e três outros integrantes da organização criminosa.

Para a secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, a operação demonstra a capacidade das instituições de atuarem de forma coordenada e permanente no combate à criminalidade.

“Esta operação é resultado do trabalho conjunto da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos setores de inteligência da Segurança Pública. Quando surgem indícios da prática de crimes, a resposta do Estado é investigar, reunir provas e agir dentro da legalidade, independentemente de quem seja o investigado”, afirmou.

Esquema criminoso

Segundo as investigações, o grupo criminoso se apropriava de drogas apreendidas durante ações policiais e, em vez de encaminhar o material para os procedimentos legais, repassava os entorpecentes para traficantes responsáveis pela comercialização da droga na Região Metropolitana de São Luís.

O superintendente da SENARC, delegado Carlos Alessandro, explicou que a apuração identificou uma estrutura criminosa voltada ao desvio e à reinserção de drogas no mercado ilegal.

“As investigações apontaram que os entorpecentes apreendidos eram desviados e posteriormente revendidos por traficantes ligados ao grupo. A partir do trabalho integrado de inteligência e investigação foi possível identificar os envolvidos, reunir provas e representar pelas medidas judiciais cumpridas nesta operação”, explicou.

O coordenador da operação, delegado Rafael Almeida, informou que as investigações continuam. “Todo o material apreendido será submetido à perícia e analisado. As condutas investigadas podem configurar crimes que vão desde organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção passiva à prevaricação. As investigações prosseguem e novos desdobramentos não estão descartados”, contou.

Durante o cumprimento dos mandados, dois policiais militares foram autuados em flagrante. Um deles pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito, ocasião em que também houve apreensão de veículos e uma motocicleta. O segundo foi autuado pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

O comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Wallace Amorim, informou que a Corregedoria da PMMA instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta individual dos policiais militares investigados.

“Todo o material apreendido será analisado para identificação das responsabilidades individuais, preservando a integridade da imensa maioria dos policiais militares que exercem suas funções com profissionalismo e honradez”, afirmou.

A operação

O nome Astreia faz referência à figura da mitologia grega associada à justiça e à imparcialidade. A denominação simboliza o compromisso das instituições de segurança pública com a aplicação da lei e o enfrentamento ao crime organizado.

A operação mobilizou 65 agentes de segurança e resultou na apreensão de armas de fogo, munições, simulacros, armas brancas, veículos, motocicleta e grande quantidade de entorpecentes.

Participaram da ação equipes da SENARC, do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIISP/SSP), da Delegacia de Inteligência e Assuntos Estratégicos da PMMA (DIAE), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM).Operação Astreia prende 10 investigados e desarticula organização criminosa ligada ao tráfico de drogasUma operação integrada das Polícias Civil e Militar do Maranhão, em conjunto com setores de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) desarticulou, nesta quarta-feira (3), uma organização criminosa investigada por envolvimento com o tráfico de drogas na Região Metropolitana de São Luís.

Coordenada pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), a Operação Astreia resultou na prisão de 10 investigados e no cumprimento de medidas judiciais contra integrantes do grupo criminoso. Outros dois alvos não foram localizados e seguem sendo procurados.

Durante a ação, foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, uma prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão, medidas cautelares de suspensão do porte de arma de fogo e o bloqueio judicial de aproximadamente R$240 mil em contas bancárias de 14 investigados.

Entre os presos estão seis policiais militares, um policial civil aposentado e três outros integrantes da organização criminosa.

Para a secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, a operação demonstra a capacidade das instituições de atuarem de forma coordenada e permanente no combate à criminalidade.

“Esta operação é resultado do trabalho conjunto da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos setores de inteligência da Segurança Pública. Quando surgem indícios da prática de crimes, a resposta do Estado é investigar, reunir provas e agir dentro da legalidade, independentemente de quem seja o investigado”, afirmou.

Esquema criminoso

Segundo as investigações, o grupo criminoso se apropriava de drogas apreendidas durante ações policiais e, em vez de encaminhar o material para os procedimentos legais, repassava os entorpecentes para traficantes responsáveis pela comercialização da droga na Região Metropolitana de São Luís.

O superintendente da SENARC, delegado Carlos Alessandro, explicou que a apuração identificou uma estrutura criminosa voltada ao desvio e à reinserção de drogas no mercado ilegal.

“As investigações apontaram que os entorpecentes apreendidos eram desviados e posteriormente revendidos por traficantes ligados ao grupo. A partir do trabalho integrado de inteligência e investigação foi possível identificar os envolvidos, reunir provas e representar pelas medidas judiciais cumpridas nesta operação”, explicou.

O coordenador da operação, delegado Rafael Almeida, informou que as investigações continuam. “Todo o material apreendido será submetido à perícia e analisado. As condutas investigadas podem configurar crimes que vão desde organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção passiva à prevaricação. As investigações prosseguem e novos desdobramentos não estão descartados”, contou.

Durante o cumprimento dos mandados, dois policiais militares foram autuados em flagrante. Um deles pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito, ocasião em que também houve apreensão de veículos e uma motocicleta. O segundo foi autuado pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

O comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Wallace Amorim, informou que a Corregedoria da PMMA instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta individual dos policiais militares investigados.

“Todo o material apreendido será analisado para identificação das responsabilidades individuais, preservando a integridade da imensa maioria dos policiais militares que exercem suas funções com profissionalismo e honradez”, afirmou.

A operação

O nome Astreia faz referência à figura da mitologia grega associada à justiça e à imparcialidade. A denominação simboliza o compromisso das instituições de segurança pública com a aplicação da lei e o enfrentamento ao crime organizado.

A operação mobilizou 65 agentes de segurança e resultou na apreensão de armas de fogo, munições, simulacros, armas brancas, veículos, motocicleta e grande quantidade de entorpecentes.

Participaram da ação equipes da SENARC, do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIISP/SSP), da Delegacia de Inteligência e Assuntos Estratégicos da PMMA (DIAE), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM).Operação Astreia prende 10 investigados e desarticula organização criminosa ligada ao tráfico de drogasUma operação integrada das Polícias Civil e Militar do Maranhão, em conjunto com setores de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) desarticulou, nesta quarta-feira (3), uma organização criminosa investigada por envolvimento com o tráfico de drogas na Região Metropolitana de São Luís.

Coordenada pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), a Operação Astreia resultou na prisão de 10 investigados e no cumprimento de medidas judiciais contra integrantes do grupo criminoso. Outros dois alvos não foram localizados e seguem sendo procurados.

Durante a ação, foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, uma prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão, medidas cautelares de suspensão do porte de arma de fogo e o bloqueio judicial de aproximadamente R$240 mil em contas bancárias de 14 investigados.

Entre os presos estão seis policiais militares, um policial civil aposentado e três outros integrantes da organização criminosa.

Para a secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, a operação demonstra a capacidade das instituições de atuarem de forma coordenada e permanente no combate à criminalidade.

“Esta operação é resultado do trabalho conjunto da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos setores de inteligência da Segurança Pública. Quando surgem indícios da prática de crimes, a resposta do Estado é investigar, reunir provas e agir dentro da legalidade, independentemente de quem seja o investigado”, afirmou.

Esquema criminoso

Segundo as investigações, o grupo criminoso se apropriava de drogas apreendidas durante ações policiais e, em vez de encaminhar o material para os procedimentos legais, repassava os entorpecentes para traficantes responsáveis pela comercialização da droga na Região Metropolitana de São Luís.

O superintendente da SENARC, delegado Carlos Alessandro, explicou que a apuração identificou uma estrutura criminosa voltada ao desvio e à reinserção de drogas no mercado ilegal.

“As investigações apontaram que os entorpecentes apreendidos eram desviados e posteriormente revendidos por traficantes ligados ao grupo. A partir do trabalho integrado de inteligência e investigação foi possível identificar os envolvidos, reunir provas e representar pelas medidas judiciais cumpridas nesta operação”, explicou.

O coordenador da operação, delegado Rafael Almeida, informou que as investigações continuam. “Todo o material apreendido será submetido à perícia e analisado. As condutas investigadas podem configurar crimes que vão desde organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção passiva à prevaricação. As investigações prosseguem e novos desdobramentos não estão descartados”, contou.

Durante o cumprimento dos mandados, dois policiais militares foram autuados em flagrante. Um deles pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito, ocasião em que também houve apreensão de veículos e uma motocicleta. O segundo foi autuado pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

O comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Wallace Amorim, informou que a Corregedoria da PMMA instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta individual dos policiais militares investigados.

“Todo o material apreendido será analisado para identificação das responsabilidades individuais, preservando a integridade da imensa maioria dos policiais militares que exercem suas funções com profissionalismo e honradez”, afirmou.

A operação

O nome Astreia faz referência à figura da mitologia grega associada à justiça e à imparcialidade. A denominação simboliza o compromisso das instituições de segurança pública com a aplicação da lei e o enfrentamento ao crime organizado.

A operação mobilizou 65 agentes de segurança e resultou na apreensão de armas de fogo, munições, simulacros, armas brancas, veículos, motocicleta e grande quantidade de entorpecentes.

Participaram da ação equipes da SENARC, do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIISP/SSP), da Delegacia de Inteligência e Assuntos Estratégicos da PMMA (DIAE), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM).Operação Astreia prende 10 investigados e desarticula organização criminosa ligada ao tráfico de drogasUma operação integrada das Polícias Civil e Militar do Maranhão, em conjunto com setores de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) desarticulou, nesta quarta-feira (3), uma organização criminosa investigada por envolvimento com o tráfico de drogas na Região Metropolitana de São Luís.

Coordenada pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), a Operação Astreia resultou na prisão de 10 investigados e no cumprimento de medidas judiciais contra integrantes do grupo criminoso. Outros dois alvos não foram localizados e seguem sendo procurados.

Durante a ação, foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, uma prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão, medidas cautelares de suspensão do porte de arma de fogo e o bloqueio judicial de aproximadamente R$240 mil em contas bancárias de 14 investigados.

Entre os presos estão seis policiais militares, um policial civil aposentado e três outros integrantes da organização criminosa.

Para a secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, a operação demonstra a capacidade das instituições de atuarem de forma coordenada e permanente no combate à criminalidade.

“Esta operação é resultado do trabalho conjunto da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos setores de inteligência da Segurança Pública. Quando surgem indícios da prática de crimes, a resposta do Estado é investigar, reunir provas e agir dentro da legalidade, independentemente de quem seja o investigado”, afirmou.

Esquema criminoso

Segundo as investigações, o grupo criminoso se apropriava de drogas apreendidas durante ações policiais e, em vez de encaminhar o material para os procedimentos legais, repassava os entorpecentes para traficantes responsáveis pela comercialização da droga na Região Metropolitana de São Luís.

O superintendente da SENARC, delegado Carlos Alessandro, explicou que a apuração identificou uma estrutura criminosa voltada ao desvio e à reinserção de drogas no mercado ilegal.

“As investigações apontaram que os entorpecentes apreendidos eram desviados e posteriormente revendidos por traficantes ligados ao grupo. A partir do trabalho integrado de inteligência e investigação foi possível identificar os envolvidos, reunir provas e representar pelas medidas judiciais cumpridas nesta operação”, explicou.

O coordenador da operação, delegado Rafael Almeida, informou que as investigações continuam. “Todo o material apreendido será submetido à perícia e analisado. As condutas investigadas podem configurar crimes que vão desde organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção passiva à prevaricação. As investigações prosseguem e novos desdobramentos não estão descartados”, contou.

Durante o cumprimento dos mandados, dois policiais militares foram autuados em flagrante. Um deles pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito, ocasião em que também houve apreensão de veículos e uma motocicleta. O segundo foi autuado pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

O comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Wallace Amorim, informou que a Corregedoria da PMMA instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta individual dos policiais militares investigados.

“Todo o material apreendido será analisado para identificação das responsabilidades individuais, preservando a integridade da imensa maioria dos policiais militares que exercem suas funções com profissionalismo e honradez”, afirmou.

A operação

O nome Astreia faz referência à figura da mitologia grega associada à justiça e à imparcialidade. A denominação simboliza o compromisso das instituições de segurança pública com a aplicação da lei e o enfrentamento ao crime organizado.

A operação mobilizou 65 agentes de segurança e resultou na apreensão de armas de fogo, munições, simulacros, armas brancas, veículos, motocicleta e grande quantidade de entorpecentes.

Participaram da ação equipes da SENARC, do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIISP/SSP), da Delegacia de Inteligência e Assuntos Estratégicos da PMMA (DIAE), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM).Operação Astreia prende 10 investigados e desarticula organização criminosa ligada ao tráfico de drogasUma operação integrada das Polícias Civil e Militar do Maranhão, em conjunto com setores de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) desarticulou, nesta quarta-feira (3), uma organização criminosa investigada por envolvimento com o tráfico de drogas na Região Metropolitana de São Luís.

Coordenada pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), a Operação Astreia resultou na prisão de 10 investigados e no cumprimento de medidas judiciais contra integrantes do grupo criminoso. Outros dois alvos não foram localizados e seguem sendo procurados.

Durante a ação, foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, uma prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão, medidas cautelares de suspensão do porte de arma de fogo e o bloqueio judicial de aproximadamente R$240 mil em contas bancárias de 14 investigados.

Entre os presos estão seis policiais militares, um policial civil aposentado e três outros integrantes da organização criminosa.

Para a secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, a operação demonstra a capacidade das instituições de atuarem de forma coordenada e permanente no combate à criminalidade.

“Esta operação é resultado do trabalho conjunto da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos setores de inteligência da Segurança Pública. Quando surgem indícios da prática de crimes, a resposta do Estado é investigar, reunir provas e agir dentro da legalidade, independentemente de quem seja o investigado”, afirmou.

Esquema criminoso

Segundo as investigações, o grupo criminoso se apropriava de drogas apreendidas durante ações policiais e, em vez de encaminhar o material para os procedimentos legais, repassava os entorpecentes para traficantes responsáveis pela comercialização da droga na Região Metropolitana de São Luís.

O superintendente da SENARC, delegado Carlos Alessandro, explicou que a apuração identificou uma estrutura criminosa voltada ao desvio e à reinserção de drogas no mercado ilegal.

“As investigações apontaram que os entorpecentes apreendidos eram desviados e posteriormente revendidos por traficantes ligados ao grupo. A partir do trabalho integrado de inteligência e investigação foi possível identificar os envolvidos, reunir provas e representar pelas medidas judiciais cumpridas nesta operação”, explicou.

O coordenador da operação, delegado Rafael Almeida, informou que as investigações continuam. “Todo o material apreendido será submetido à perícia e analisado. As condutas investigadas podem configurar crimes que vão desde organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção passiva à prevaricação. As investigações prosseguem e novos desdobramentos não estão descartados”, contou.

Durante o cumprimento dos mandados, dois policiais militares foram autuados em flagrante. Um deles pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito, ocasião em que também houve apreensão de veículos e uma motocicleta. O segundo foi autuado pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

O comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Wallace Amorim, informou que a Corregedoria da PMMA instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta individual dos policiais militares investigados.

“Todo o material apreendido será analisado para identificação das responsabilidades individuais, preservando a integridade da imensa maioria dos policiais militares que exercem suas funções com profissionalismo e honradez”, afirmou.

A operação

O nome Astreia faz referência à figura da mitologia grega associada à justiça e à imparcialidade. A denominação simboliza o compromisso das instituições de segurança pública com a aplicação da lei e o enfrentamento ao crime organizado.

A operação mobilizou 65 agentes de segurança e resultou na apreensão de armas de fogo, munições, simulacros, armas brancas, veículos, motocicleta e grande quantidade de entorpecentes.

Participaram da ação equipes da SENARC, do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIISP/SSP), da Delegacia de Inteligência e Assuntos Estratégicos da PMMA (DIAE), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM).Operação Astreia prende 10 investigados e desarticula organização criminosa ligada ao tráfico de drogasUma operação integrada das Polícias Civil e Militar do Maranhão, em conjunto com setores de inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP-MA) desarticulou, nesta quarta-feira (3), uma organização criminosa investigada por envolvimento com o tráfico de drogas na Região Metropolitana de São Luís.

Coordenada pela Superintendência Estadual de Repressão ao Narcotráfico (SENARC), a Operação Astreia resultou na prisão de 10 investigados e no cumprimento de medidas judiciais contra integrantes do grupo criminoso. Outros dois alvos não foram localizados e seguem sendo procurados.

Durante a ação, foram cumpridos nove mandados de prisão temporária, uma prisão preventiva, cinco mandados de busca e apreensão, medidas cautelares de suspensão do porte de arma de fogo e o bloqueio judicial de aproximadamente R$240 mil em contas bancárias de 14 investigados.

Entre os presos estão seis policiais militares, um policial civil aposentado e três outros integrantes da organização criminosa.

Para a secretária de Estado da Segurança Pública, coronel Augusta Andrade, a operação demonstra a capacidade das instituições de atuarem de forma coordenada e permanente no combate à criminalidade.

“Esta operação é resultado do trabalho conjunto da Polícia Civil, da Polícia Militar e dos setores de inteligência da Segurança Pública. Quando surgem indícios da prática de crimes, a resposta do Estado é investigar, reunir provas e agir dentro da legalidade, independentemente de quem seja o investigado”, afirmou.

Esquema criminoso

Segundo as investigações, o grupo criminoso se apropriava de drogas apreendidas durante ações policiais e, em vez de encaminhar o material para os procedimentos legais, repassava os entorpecentes para traficantes responsáveis pela comercialização da droga na Região Metropolitana de São Luís.

O superintendente da SENARC, delegado Carlos Alessandro, explicou que a apuração identificou uma estrutura criminosa voltada ao desvio e à reinserção de drogas no mercado ilegal.

“As investigações apontaram que os entorpecentes apreendidos eram desviados e posteriormente revendidos por traficantes ligados ao grupo. A partir do trabalho integrado de inteligência e investigação foi possível identificar os envolvidos, reunir provas e representar pelas medidas judiciais cumpridas nesta operação”, explicou.

O coordenador da operação, delegado Rafael Almeida, informou que as investigações continuam. “Todo o material apreendido será submetido à perícia e analisado. As condutas investigadas podem configurar crimes que vão desde organização criminosa, tráfico de drogas, corrupção passiva à prevaricação. As investigações prosseguem e novos desdobramentos não estão descartados”, contou.

Durante o cumprimento dos mandados, dois policiais militares foram autuados em flagrante. Um deles pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito, ocasião em que também houve apreensão de veículos e uma motocicleta. O segundo foi autuado pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso permitido.

O comandante-geral da Polícia Militar do Maranhão, coronel Wallace Amorim, informou que a Corregedoria da PMMA instaurou procedimento administrativo para apurar a conduta individual dos policiais militares investigados.

“Todo o material apreendido será analisado para identificação das responsabilidades individuais, preservando a integridade da imensa maioria dos policiais militares que exercem suas funções com profissionalismo e honradez”, afirmou.

A operação

O nome Astreia faz referência à figura da mitologia grega associada à justiça e à imparcialidade. A denominação simboliza o compromisso das instituições de segurança pública com a aplicação da lei e o enfrentamento ao crime organizado.

A operação mobilizou 65 agentes de segurança e resultou na apreensão de armas de fogo, munições, simulacros, armas brancas, veículos, motocicleta e grande quantidade de entorpecentes.

Participaram da ação equipes da SENARC, do Centro Integrado de Inteligência de Segurança Pública (CIISP/SSP), da Delegacia de Inteligência e Assuntos Estratégicos da PMMA (DIAE), da Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) e da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (ROTAM).

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