Advogados de PMs mantidos presos por crime de revolta vão procurar entidades internacionais de Direitos Humanos

Os advogados dos três policiais militares presos durante a manifestação que resultou no fechamento do 18º Batalhão da Polícia Militar (BPM) afirmaram que vão pedir a revogação da prisão preventiva dos agentes de segurança e o habeas corpus junto do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará (TJCE). A defesa ainda informou que vai procurar entidades internacional de Direitos Humanos. Nesta quinta-feira, 20, os três policiais tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva durante audiência de custódia.
“Nós vamos entrar com a revogação da prisão preventiva, o habeas corpus e a reclamação a órgãos internacionais, haja vista que não tem indícios de autoria e nem materialidade. Estão detidas apenas pela situação que está no Estado. Eles passavam pelo local quando foram surpreendidos por essa prisão”, afirma o delegado Oswaldo Cardoso.

No primeiro dia da manifestação que fechou o quartel do 18º Batalhão da Polícia Militar, onde esposas de policiais militares reivindicavam o reajuste salarial, 22 policiais militares foram conduzidos ao 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM), destes, 19 foram liberados. Ficaram detidos três militares. O advogado Oswaldo Cardoso diz que os militares moram nas proximidades de onde acontecia a manifestação e passaram por perto, mas acabaram presos. Eles são mantidos presos no 5º Batalhão da Polícia Militar (BPM). A defesa afirmou que a situação dos militares e dos familiares é crítica e ressalta que um deles foi pai há cinco dias.

Os três policiais foram presos e autuados pelo crime de revolta, do Código Militar. Caso condenado, o militar pode ser submetido a pena de reclusão de oito a 20 anos, com aumento de um terço para os cabeças. Com o caso estão os advogados Marcus Luna e Oswaldo Cardoso.

O POVO ONLINE

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Valmir Arajúo